Os monstrinhos da CIA, Pokemon Go !

bora caçar ?

Fale a verdade: você também está saindo por aí para caçar Pokémon? Se você não joga, no mínimo conhece alguém que já está viciado, não conhece?

E para entender melhor essa febre do Pokémon Go, para onde vai e o que dá para fazer com essa novidade, a gente mandou nosso repórter especial Fernando Muylaert caçar os fãs desses monstrinhos virtuais. E tem muitos por aí, viu?

E ainda tem esse papo que Pokemon Go seria uma obra da agência de inteligência americana, a CIA. Será ?

O game foi desenvolvido pela  Niantic, que é uma criação do americano John Hanke. Hanke havia inventado um software que juntava fotos de satélite – com a aquisição, esse programa foi transformado no Google Earth. E Hanke chegou a ser vice-presidente do Google maps.

A Keyhole, por sua vez, foi financiada pelo fundo In-Q-Tel – o braço de investimentos tecnológicos da CIA. A missão oficial do In-Q-Tel é “identificar, adaptar e implementar soluções tecnológicas para suportar as missões da CIA e da comunidade americana da inteligência”. Ele costuma investir em coisas que possam ser usadas para espionagem (como você pode ver na lista de 38 empresas que apoia atualmente). Não é difícil entender por que a Keyhole interessava à CIA: ela permitia olhar, como depois o Google Earth e o Maps passaram a permitir, qualquer ponto do globo.

E são justamente os mapas online que formam, hoje, o coração do Pokémon Go. Além da origem ligada à CIA, o game também tem levantado certa desconfiança (inclusive de um senador americano) porque pede acesso a todos os contatos do telefone, retira direitos legais dos usuários e supostamente exige o direito de ler todos os emails deles: coisa que os criadores do game negam.

Mas como eu disse na matéria. Você tem algo a esconder ? Eu não.. só coisas pra mostrar. Pode entrar que eu to sussa CIA.

 

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