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Mundo Muyloco

O artista Jan Zahradník, que se denomina Reon Argondian transformou a sua casa no alto da montanha de Praga em uma Caverna Mágica, ( The Magic Cave ). O local é um casarão velho que ele chama de Reino de Argondia e recebe os turistas para conhecer a sua obra bem esquisita.

Reon chama o seu trabalho de psiquico império de arte.  Pintor e escultor  ele lotou sua casa de suas obras e transformou a casa na caverna mágica.

Reon pinta fadas e demonios a oleo. Os quadros são inspirados de uma visão pessoal de suas viagens transcedentais.  Deve usar umas droguinhas para ter essas viagens.

Depoimento de visitantes :

Conhecemos no caminho para Petrin Hill. Bobinho mas que tem um clima místico interessante. Pequeno e não vale muito a pena se vc não gostar do tema. se tiver tempo e gostra do tem vá…senão não perca seu tempo.

LUANA :

Um galpão cheio de quadros de desenhos fantasmagóricos, místicos, astrológicos ou qualquer outra porcaria cheia de cor e mal desenhada. Fica tocando uma música “astral” repetitiva. Eles dizem que tem uma mesa com vinho e sangria à vontade no fim… Chegamos lá e tinha uma mesa cheia de copos sujos e com moscas, e uma jarra com vinho azedo (dava pra sentir o mau cheiro de longe). E é só! NADA MAIS. Quadros, quadros, quadros e acabou.

Site oficial : http://www.reon.cz/

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Praga é um dos lugares mais fascinantes que eu já visitei em todo o mundo. E olha que o Mundo Muyloco já rodou bem esse planeta. Eu poderia dizer que é tipo uma París, só que mais humilde, mais bela e mais barata. Fiquei encantado com cada canto da cidade repleta de construções medievais, lendas e histórias.

Praga é a capital e a maior cidade da Republica Tcheca. Situada na margem do Vlatava é conhecida como “cidade das cem torres” ou “Cidade Dourada”, que eu acho mais poético.

Praga é uma das mais belas cidades antigas da Europa, famosa pelo extenso patrimônio arquitetônico e rica vida cultural.

A cidade é o principal centro econômico e industrial da República Checa. Situada na Boêmia central, a cidade de Praga localiza-se sobre colinas.

Outro destino obrigatório no alto da colina é o imponente do grande Castelo De Praga,  o maior castelo da Europa, que domina a capital na margem esquerda do Rio Vltava.

Praga tem uma área de 496 km² e uma população de mais ou menos 1 500 000 habitantes.

História De Praga

Durante milhares de anos, as primitivas praças da moderna Praga foram passagem obrigatória nas rotas comerciais que atravessavam a Europa de norte a sul. Numerosos resquícios paleoliticos e neoliticos que atestam a existência de povoações agrícolas entre os anos 5000 e 2700 antes de cristo.

Os celtas estabeleceram povoados nessa zona nos sec IV e III a.c ,  mas as primeiras notícias de um assentamento permanente em Praga remontam ao séc IX, quando, segundo a lenda, a princesa Libuse e seu marido Premysl fundaram a cidade que, governada pela dinastia por eles iniciada e que permaneceu no poder entre os séculos IX e XIV , se converteu no núcleo político do reino da Boêmia e num dos mais importantes centros comerciais da Europa medieval.

Entre 1346 e 1378, o imperador alemão Carlos IV de Luxemburgo estabeleceu a capital de seu império na cidade, que experimentou novas fases de florescimento em 1348, com a fundação da universidade, convertida pouco depois no núcleo do nacionalismo checo, e da Nové Mesto (Cidade Nova), junto à Staré Mesto, e em 1357, com a construção da ponte de Carlos. A rivalidade entre as populações tcheca e alemã, esta integrada pela burguesia e pela alta hierarquia eclesiástica, foi o estopim, no século XV, da insurreição hussita. O conflito foi inspirado pelos sermões do reformador protestante Jan Hus e culminou com o que se chamou de a primeira defenestração de Praga, em que os dirigentes da cidade foram atirados pelas janelas da sede do governo pelo povo enfurecido.

Em 1526, a ascensão da dinastia católica dos Habsburgos ao trono boêmio pôs fim ao breve período de paz e prosperidade da cidade. A segunda defenestração de Praga, em 1618, e a derrota das tropas checas na batalha da montanha Branca, em 1620, precipitaram a eclosão da Guerra dos Trinta Anos, durante a qual Praga foi ocupada por saxões e suecos , e o declínio econômico da cidade, cuja recuperação só ocorreria no século XVIII. Principal centro dos triunfos que em 1848 levaram à vitória do nacionalismo checo contra a dominação austríaca, Praga tornou-se em 1918 a capital da nova e independente república da Checoslováquia. Os pactos de Munique, de 1938, cederam a cidade e o país à Alemanha nazi até o final da segunda guerra mundial, quando a Checoslováquia passou para a órbita da União Soviética. Em 1968 a cidade foi cenário do movimento popular que se tornou conhecido como Primavera de Praga, que resultou na invasão das tropas do Pacto de Varsóvia. As manifestações populares de repúdio à ocupação se multiplicaram e foram reprimidas com violência. Em 31 de dezembro de 1992, com a dissolução dos laços que uniam checos e eslovacos numa federação única, Praga deixou de ser a capital da Checoslováquia e passou a ser capital da República Checa.

Fonte : Wikipedia e Google

 

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PILSEN – A história da Cerveja – Visitamos a cidade de Pilsen e a fábrica de onde surgiu a cerveja Pilsen Urquel

Cerveja Pilsen

Eu sempre fui muito fan da cerveja Pilsen. E nessa matéria fui até a cidade de Pilsen na republica tcheca conhecer um pouco da origem da cerveja. A cerveja pilsen é um tipo de cerveja larger da Segunda Revolução Industrial, com o avanço da microbiologia e da eletricidade refrigerando os equipamentos das fábricas e das casas dos consumidores.

Tudo começou na cidade de Pilsen ou como eles dizem por lá Plzeň, na Boêmia, hoje conhecida como  República Checa por volta de 1840 numa história bem curiosa que eu conto no vídeo.

Essa cerveja é fabricada a partir de malte tipo Pilsen, lúpulo Saaz e água de baixa dureza, fermentados por levedo de baixa fermentação.

Possui aroma rico e complexo do malte com um toque floral proveniente do lúpulo, sabor complexo do malte combinado com um amargor sutil do lúpulo,de baixo teor alcoólico 4 a 5%, mas depois de algumas da pra ficar bem animadinho.  Essa cerveja fez muito sucesso pela sua aparência única na época. Transparente e amarela, beirando o dourado, mas sua espuma é opaca e branca devido ao espalhamento da luz no espaço entre a bebida e as bolhas de ar.

Exemplos comerciais são a Pilsner Urquel, que criou a cerveja pilsen e que eu visitei a fábrica, Budweiser Budvar, Eisenbahn Pilsen, Abadessa Slava Pils e Bamberg Pilsen.

O estilo Pilsen é muitas vezes utilizado nos rótulos de cervejas Standard American Lager, mas diferenciam-se dessas por não utilizar adjuntos (arroz e milho) e por utilizar exclusivamente lúpulo do tipo Saaz, gerando uma cerveja com aroma mais rico e complexo.

História

A cidade de Pilsen, na república Checa começou a produzir cerveja em 1295, mas até meados dos anos 1840, a maioria das cervejas da Boêmia eram de alta fermentação. O sabor e padrões de qualidade, variavam muito, e em 1838 a população de pilsen se rebelou com a qualidade vagabunda da cerveja, despejando os barris inteiros de cerveja na praça da cidade para mostrar sua insatisfação e revolta.  Assim, motivados por este evento, o governo da cidade funda uma fábrica de cerveja em 1839 chamada Mestansky pivovar Plzeň (em Alemão: Bürger-Brauerei, em Português: Cervejaria do Povo – agora conhecida como cervejaria Pilsner Urquell,  que era voltada para fazer cerveja no estilo bávaro.

A cervejaria de Pilsen recrutou o cervejeiro da região da bavária Josef Groll que, utilizando técnicas e maltes novos, apresentou o seu primeiro lote de Pilsner em 5 de Outubro de 1842. A combinação de um malte preparado por uma tecnologia Inglesa, com a água incrivelmente suave de Pilsen , com os nobres lúpulo Saaz locais e com o estilo bávaro de lagering produziu uma cerveja clara, dourada, que foi considerado como uma sensação e fez muito sucesso. O surgimento simultâneo da eficiente forma de fabricação de vidro na Europa permitiu que a população em geral pudesse comprar copos de vidro pela primeira vez e como a cerveja pilsen era linda, dourada e clara, fez o maior sucesso.

Assista tudo isso no vídeo onde vamos mostrar a cidade, a cervejaria, seus subterraneos e boa diversão.

 

Fonte :

 

Referências

 

«Plzeňský Prazdroj, a. s.». www.prazdroj.cz. Consultado em 17 de outubro de 2009

 

 

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Cracóvia, uma cidade medieval e suas lendas e histórias

As duas torres da igreja de Nossa Senhora

Na praça central de Cracóvia, Polônia, ergue-se rumo aos céus a suntuosa igreja de Nossa Senhora.

Ela é tão bela, tão grande e tão bem localizada, que muitos ficam convencidos de que é a catedral da cidade.

Entretanto a catedral, também magnífica, fica na cidadela de Cracóvia, conhecida como Wawel, junto ao Palácio Real e outros prédios históricos admiráveis.

A igreja de Nossa Senhora começou a ser construída por volta de 1220 sobre os fundamentos de um antigo templo em estilo românico várias vezes reformado e que era a igreja principal da Praça do Mercado.

Ela apresenta duas torres de altura vertiginosa, coroadas por dois maravilhosos conjuntos de torrezinhas e agulhas muito diferentes, aliás, em cada torre principal.

A mais alta é conhecida como Torre da Guarda e do alto dela trombeteiros que se revezam anunciam ininterruptamente a hora, de dia e de noite, em direção dos quatro cantos principais da cidade.

A menos alta é chamada a Torre dos Sinos, pois nela há um imenso sino que, segundo uma outra lenda, no século XV foi levado até o topo por Stanislas Ciolek, um homem de força inaudita.

Por que as duas torres têm alturas diferentes?

Quando as autoridades municipais de Cracóvia decidiram reformar a igreja e elevar duas torres colossais, escolheram dois irmãos.

Ambos eram arquitetos célebres na cidade e verdadeiros mestres na profissão.

O mais velho e experiente no ofício ensinara ao mais jovem como fazer belíssimos prédios.

Os dois aceitaram o desafio conscientes da responsabilidade, e juraram cumpri-lo empregando todas suas forças e engenho.

Porém, cada um sonhava internamente que sua torre seria a mais bela e a mais admirada da cidade.

E escolheram estratégias diferentes.

O mais velho trabalhava intensamente, cobrando muito esforço dos pedreiros.

Ele havia concebido o projeto de concluir mais rápido sua torre para que as pessoas ficassem admiradas com a sua habilidade e superioridade no ofício.

O menor sonhou com uma torre esbelta e flamejante, e aplicou-se judiciosamente em estabelecer fundamentos muito sólidos.

O mais velho concluiu logo sua torre e apresentou-a com orgulho aos conselheiros municipais.

Mas dia após dia seus pensamentos ficavam mais entrevados vendo a torre de seu irmão subir a olhos vistos.

Os espíritos intrigantes espalhavam que ele havia ensinado tão bem o ofício ao irmão menor que este acabaria superando o mais velho.

Uma noite estourou uma disputa entre ambos. O mais velho ficou exasperado e cravou um facão no coração do caçula.

Para esconder seu crime ele jogou o corpo no rio Vístula, que banha a cidade.

O facão de Cracóvia

Após a desaparição do arquiteto, a construção da Torre Norte, ou do Sino, ficou interrompida.

O Conselho municipal decidiu que os trabalhos não prosseguiriam.

A torre inconclusa foi recoberta com uma espécie de elmo, que hoje pode ser visto, e ficou menor.

O bispo fixou a data da consagração da igreja.

Porém, o irmão mais velho não conseguia viver com a consciência suja pelo sangue do irmão.

O dia em que o arcebispo consagrou a igreja restaurada, ele confessou seu pecado a Deus e a todos os fiéis.

Logo a seguir, ele se jogou desde o alto da torre feita pelo irmão, segundo uns; segundo outros, ele se suicidou com o mesmo facão com que matou o irmão.

Esse facão se encontra hoje pendurado do muro do Pavilhão dos Panos, no centro da Praça do Mercado, diante da igreja, num local estreito em que todo mundo que passa não pode deixar de ver.

Ele está preso sob um arco por um anel de ferro. Ele lembra aos que por ali passam todo o mal que o orgulho e a inveja podem causar.

P.S.: Segundo dizem os habitantes de Cracóvia, a espada está ali também como uma advertência aos comerciantes: das penas que na Idade Média eles podiam incorrer caso praticassem preços injustos ou adulterassem as mercadorias.

Lenda completa do Dragão da Cracovia  :

O Dragão de Wawel (Smok Wawelski, em polonês) é uma das mais antigas e conhecidas lendas da Polônia.

Diz a lenda que após um longo período de prosperidade, a desgraça chega ao país do príncipe Krak (origem do nome da cidade “Cracóvia“). Os pastores começaram a dar falta de alguns de seus animais e depois desapareciam também moradores sem razão aparente. Isto tudo fica muito tempo inexplicável até o dia em que um jovem, indo pegar ervas na beira do Rio Vístula se aproxima do sopé da colina Wawel. Lá, ele vê ossos na beira do rio e um pouco mais longe, no rochedo da colina, ele percebe uma gruta e ao lado dela um dragão enorme e pavoroso que repousava tranquilamente ao sol. Seu corpo era coberto de escamas verde-amarelas reluzentes e com patas imensas como troncos.

A novidade se espalha entre os habitantes. Então o príncipe Krak faz vir o garoto ao castelo contar sua aventura. Em seguida, ele reúne seus conselheiros e cavaleiros mais valentes para debater o problema e achar uma solução.Todas as tentativas de matar o monstro são em vão, muitos cavaleiros não voltariam. Quando todos perderam a esperança de rever os bravos cavaleiros, o príncipe Krak promete: Aquele que libertar a vila do dragão, cavaleiro ou não, terá a mão da princesa Wanda e metade do reino. Logo, vários príncipes e cavaleiros chegam ao castelo de Krak mas ninguém consegue vencer a besta. Então o príncipe decide enfrentar o monstro; mas os preparativos do combate foram interrompidos por um pobre sapateiro chamado Skuba, de rosto doce e cabelos loiros, que diz ter encontrado um meio de liquidar o dragão.

O jovem pede ao príncipe um carneiro bem gordo. Ele mata o animal e o abre para enche-lo com uma mistura de enxofre e alcatrão. À noite, durante o sono do dragão, ele deixa o falso carneiro na entrada da gruta. De manhã, uma violenta explosão acorda todos os habitantes da vila. Depois de ter engolido o carneiro o monstro teve uma sede terrível, desceu ao rio e bebeu tanta água que sua barriga explodiu e os pedaços do seu corpo cobriram toda a região. E assim o reino de Krak foi libertado do perigo e o aprendiz de sapateiro, naturalmente, casou com a bela princesinha Wanda e foram felizes para todo o sempre.

A gruta onde morava a besta foi nomeada Gruta do Dragão e existe até hoje, sendo um local turístico, em Cracóvia na Polônia. Há uma estátua do dragão logo na saída da caverna, e solta fogo pela boca de 5 em 5 minutos, ou quando se envia um SMS com o texto “SMOK” para o número 7168[1].

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Conhecemos NARA, A primeira capital do Japão e seus viadinhos

Nara foi a capital do Japão por um período de 74 anos a partir do ano de 710, quando a cidade cresceu e se tornou um grande centro Budista no país. Nara abriganda templos magnificos e entre os mais antigos do Japão. Se você vai a Quioto, não deixe de separar pelo menos um dia para visitar Nara, que fica 1 hora de trem (mesma distância a partir de Osaka), vale muito a pena. A cidade é conhecida pelos viadinhos mansinhos que vivem no Parque Nara soltos, eles literalmente vem comer na sua mão. Foi nossa melhor experiência no Japão. Esse é apenas o 1o episódio de Nara. A segunda parte está ainda melhor.

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Tsukiji Market – O Maior Mercado de Peixes do Mundo

Visitamos o Mercado de Tsukiji (築地市場, Tsukiji shijō ) o maior mercado atacadista de peixes e frutos do mar do mundo e também um dos maiores mercados atacadistas de comidas de qualquer tipo.

O mercado localiza-se em Tsukiji, no centro de Tóquio, entre o Rio Sumida e o distrito comercial de Ginza. Enquanto o centro do mercado é restrito ao acesso dos visitantes, oque aconteceu com nossos cientistas, o mercado de varejo, restaurantes e lojas de materiais de restaurantes do lado de fora permanecem uma grande atração turística para visitantes japoneses e estrangeiros.

O mercado localiza-se perto da Estação Tsukijishijo na Linha Toei Oedo e Estação Tsukiji na Linha Hibiya do Metrô de Tóquio. No mercado atacadista aproximadamente 900 comerciantes atacadistas operam pequenas barracas e onde leilões e a maior parte do processamento do peixe ocorre. O “mercado exterior” (jōgai-shijō) é uma mistura de lojas de atacado e varejo que vendem utensílios de cozinha japoneses, suprimentos de restaurantes, mercearias e frutos do mar, e muitos restaurantes, especialmente restaurantes de sushi. A maior parte das lojas no mercado exterior fecham no começo da tarde, e as do mercado interior ainda mais cedo.

O mercado abre em quase todas as manhãs (exceto domingos, feriados e algumas quartas-feiras) às 3 horas da manhã com a chegada de produtos por navio, caminhão e avião de todo o mundo. Particularmente impressionante é o descarregamento de toneladas de atum congelado. As casas de leilão (atacadistas conhecidos em japonês como oroshi gyōsha) então estimam o valor e preparam o recebimento dos produtos para os leilões. Os compradores (licenciados a participarem dos leilões) também inspecionam o peixe para estimar para qual peixe eles gostariam de dar uma oferta por qual preço.

Os leilões começam por volta das 5:20 da manhã. Os lances podem somente ser dados por participantes licenciados. Esses candidatos incluem atacadistas intermediários (nakaoroshi gyōsha) que operam barracas no mercado e outros compradores licenciados que são agentes de restaurantes, empresas de processamento de alimentos e grandes varejistas.

Os leilões geralmente terminam por volta das 7 horas da manhã. Após, os peixes comprados são carregados nos caminhões para serem enviados ao próximo destino ou carregados em pequenos carrinhos às muitas lojas dentro do mercado. Lá, os proprietários das lojas cortam e preparam os produtos para o varejo. No caso de peixes maiores, por exemplo atum e peixe-espada, o corte e a preparação são elaborados. O atum e o peixe-espada congelados são muitas vezes cortados com grandes serras elétricas, e o atum fresco é cortado com facas extremamente longas (algumas com mais de um metro de cumprimento)

 

Espero que gostem e deixe o seu comentário e like la no vídeo.

 

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Fernando Muylaert e Lord Vinheteiro foram barrados no Mercadão de Peixes do Japão e foram comer sushi e mostrar as redondezas no Ciência Maluca do Himalaia Japão.

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