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Mundo Muyloco

Cracóvia, uma cidade medieval e suas lendas e histórias

As duas torres da igreja de Nossa Senhora

Na praça central de Cracóvia, Polônia, ergue-se rumo aos céus a suntuosa igreja de Nossa Senhora.

Ela é tão bela, tão grande e tão bem localizada, que muitos ficam convencidos de que é a catedral da cidade.

Entretanto a catedral, também magnífica, fica na cidadela de Cracóvia, conhecida como Wawel, junto ao Palácio Real e outros prédios históricos admiráveis.

A igreja de Nossa Senhora começou a ser construída por volta de 1220 sobre os fundamentos de um antigo templo em estilo românico várias vezes reformado e que era a igreja principal da Praça do Mercado.

Ela apresenta duas torres de altura vertiginosa, coroadas por dois maravilhosos conjuntos de torrezinhas e agulhas muito diferentes, aliás, em cada torre principal.

A mais alta é conhecida como Torre da Guarda e do alto dela trombeteiros que se revezam anunciam ininterruptamente a hora, de dia e de noite, em direção dos quatro cantos principais da cidade.

A menos alta é chamada a Torre dos Sinos, pois nela há um imenso sino que, segundo uma outra lenda, no século XV foi levado até o topo por Stanislas Ciolek, um homem de força inaudita.

Por que as duas torres têm alturas diferentes?

Quando as autoridades municipais de Cracóvia decidiram reformar a igreja e elevar duas torres colossais, escolheram dois irmãos.

Ambos eram arquitetos célebres na cidade e verdadeiros mestres na profissão.

O mais velho e experiente no ofício ensinara ao mais jovem como fazer belíssimos prédios.

Os dois aceitaram o desafio conscientes da responsabilidade, e juraram cumpri-lo empregando todas suas forças e engenho.

Porém, cada um sonhava internamente que sua torre seria a mais bela e a mais admirada da cidade.

E escolheram estratégias diferentes.

O mais velho trabalhava intensamente, cobrando muito esforço dos pedreiros.

Ele havia concebido o projeto de concluir mais rápido sua torre para que as pessoas ficassem admiradas com a sua habilidade e superioridade no ofício.

O menor sonhou com uma torre esbelta e flamejante, e aplicou-se judiciosamente em estabelecer fundamentos muito sólidos.

O mais velho concluiu logo sua torre e apresentou-a com orgulho aos conselheiros municipais.

Mas dia após dia seus pensamentos ficavam mais entrevados vendo a torre de seu irmão subir a olhos vistos.

Os espíritos intrigantes espalhavam que ele havia ensinado tão bem o ofício ao irmão menor que este acabaria superando o mais velho.

Uma noite estourou uma disputa entre ambos. O mais velho ficou exasperado e cravou um facão no coração do caçula.

Para esconder seu crime ele jogou o corpo no rio Vístula, que banha a cidade.

O facão de Cracóvia

Após a desaparição do arquiteto, a construção da Torre Norte, ou do Sino, ficou interrompida.

O Conselho municipal decidiu que os trabalhos não prosseguiriam.

A torre inconclusa foi recoberta com uma espécie de elmo, que hoje pode ser visto, e ficou menor.

O bispo fixou a data da consagração da igreja.

Porém, o irmão mais velho não conseguia viver com a consciência suja pelo sangue do irmão.

O dia em que o arcebispo consagrou a igreja restaurada, ele confessou seu pecado a Deus e a todos os fiéis.

Logo a seguir, ele se jogou desde o alto da torre feita pelo irmão, segundo uns; segundo outros, ele se suicidou com o mesmo facão com que matou o irmão.

Esse facão se encontra hoje pendurado do muro do Pavilhão dos Panos, no centro da Praça do Mercado, diante da igreja, num local estreito em que todo mundo que passa não pode deixar de ver.

Ele está preso sob um arco por um anel de ferro. Ele lembra aos que por ali passam todo o mal que o orgulho e a inveja podem causar.

P.S.: Segundo dizem os habitantes de Cracóvia, a espada está ali também como uma advertência aos comerciantes: das penas que na Idade Média eles podiam incorrer caso praticassem preços injustos ou adulterassem as mercadorias.

Lenda completa do Dragão da Cracovia  :

O Dragão de Wawel (Smok Wawelski, em polonês) é uma das mais antigas e conhecidas lendas da Polônia.

Diz a lenda que após um longo período de prosperidade, a desgraça chega ao país do príncipe Krak (origem do nome da cidade “Cracóvia“). Os pastores começaram a dar falta de alguns de seus animais e depois desapareciam também moradores sem razão aparente. Isto tudo fica muito tempo inexplicável até o dia em que um jovem, indo pegar ervas na beira do Rio Vístula se aproxima do sopé da colina Wawel. Lá, ele vê ossos na beira do rio e um pouco mais longe, no rochedo da colina, ele percebe uma gruta e ao lado dela um dragão enorme e pavoroso que repousava tranquilamente ao sol. Seu corpo era coberto de escamas verde-amarelas reluzentes e com patas imensas como troncos.

A novidade se espalha entre os habitantes. Então o príncipe Krak faz vir o garoto ao castelo contar sua aventura. Em seguida, ele reúne seus conselheiros e cavaleiros mais valentes para debater o problema e achar uma solução.Todas as tentativas de matar o monstro são em vão, muitos cavaleiros não voltariam. Quando todos perderam a esperança de rever os bravos cavaleiros, o príncipe Krak promete: Aquele que libertar a vila do dragão, cavaleiro ou não, terá a mão da princesa Wanda e metade do reino. Logo, vários príncipes e cavaleiros chegam ao castelo de Krak mas ninguém consegue vencer a besta. Então o príncipe decide enfrentar o monstro; mas os preparativos do combate foram interrompidos por um pobre sapateiro chamado Skuba, de rosto doce e cabelos loiros, que diz ter encontrado um meio de liquidar o dragão.

O jovem pede ao príncipe um carneiro bem gordo. Ele mata o animal e o abre para enche-lo com uma mistura de enxofre e alcatrão. À noite, durante o sono do dragão, ele deixa o falso carneiro na entrada da gruta. De manhã, uma violenta explosão acorda todos os habitantes da vila. Depois de ter engolido o carneiro o monstro teve uma sede terrível, desceu ao rio e bebeu tanta água que sua barriga explodiu e os pedaços do seu corpo cobriram toda a região. E assim o reino de Krak foi libertado do perigo e o aprendiz de sapateiro, naturalmente, casou com a bela princesinha Wanda e foram felizes para todo o sempre.

A gruta onde morava a besta foi nomeada Gruta do Dragão e existe até hoje, sendo um local turístico, em Cracóvia na Polônia. Há uma estátua do dragão logo na saída da caverna, e solta fogo pela boca de 5 em 5 minutos, ou quando se envia um SMS com o texto “SMOK” para o número 7168[1].

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Conhecemos NARA, A primeira capital do Japão e seus viadinhos

Nara foi a capital do Japão por um período de 74 anos a partir do ano de 710, quando a cidade cresceu e se tornou um grande centro Budista no país. Nara abriganda templos magnificos e entre os mais antigos do Japão. Se você vai a Quioto, não deixe de separar pelo menos um dia para visitar Nara, que fica 1 hora de trem (mesma distância a partir de Osaka), vale muito a pena. A cidade é conhecida pelos viadinhos mansinhos que vivem no Parque Nara soltos, eles literalmente vem comer na sua mão. Foi nossa melhor experiência no Japão. Esse é apenas o 1o episódio de Nara. A segunda parte está ainda melhor.

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Tsukiji Market – O Maior Mercado de Peixes do Mundo

Visitamos o Mercado de Tsukiji (築地市場, Tsukiji shijō ) o maior mercado atacadista de peixes e frutos do mar do mundo e também um dos maiores mercados atacadistas de comidas de qualquer tipo.

O mercado localiza-se em Tsukiji, no centro de Tóquio, entre o Rio Sumida e o distrito comercial de Ginza. Enquanto o centro do mercado é restrito ao acesso dos visitantes, oque aconteceu com nossos cientistas, o mercado de varejo, restaurantes e lojas de materiais de restaurantes do lado de fora permanecem uma grande atração turística para visitantes japoneses e estrangeiros.

O mercado localiza-se perto da Estação Tsukijishijo na Linha Toei Oedo e Estação Tsukiji na Linha Hibiya do Metrô de Tóquio. No mercado atacadista aproximadamente 900 comerciantes atacadistas operam pequenas barracas e onde leilões e a maior parte do processamento do peixe ocorre. O “mercado exterior” (jōgai-shijō) é uma mistura de lojas de atacado e varejo que vendem utensílios de cozinha japoneses, suprimentos de restaurantes, mercearias e frutos do mar, e muitos restaurantes, especialmente restaurantes de sushi. A maior parte das lojas no mercado exterior fecham no começo da tarde, e as do mercado interior ainda mais cedo.

O mercado abre em quase todas as manhãs (exceto domingos, feriados e algumas quartas-feiras) às 3 horas da manhã com a chegada de produtos por navio, caminhão e avião de todo o mundo. Particularmente impressionante é o descarregamento de toneladas de atum congelado. As casas de leilão (atacadistas conhecidos em japonês como oroshi gyōsha) então estimam o valor e preparam o recebimento dos produtos para os leilões. Os compradores (licenciados a participarem dos leilões) também inspecionam o peixe para estimar para qual peixe eles gostariam de dar uma oferta por qual preço.

Os leilões começam por volta das 5:20 da manhã. Os lances podem somente ser dados por participantes licenciados. Esses candidatos incluem atacadistas intermediários (nakaoroshi gyōsha) que operam barracas no mercado e outros compradores licenciados que são agentes de restaurantes, empresas de processamento de alimentos e grandes varejistas.

Os leilões geralmente terminam por volta das 7 horas da manhã. Após, os peixes comprados são carregados nos caminhões para serem enviados ao próximo destino ou carregados em pequenos carrinhos às muitas lojas dentro do mercado. Lá, os proprietários das lojas cortam e preparam os produtos para o varejo. No caso de peixes maiores, por exemplo atum e peixe-espada, o corte e a preparação são elaborados. O atum e o peixe-espada congelados são muitas vezes cortados com grandes serras elétricas, e o atum fresco é cortado com facas extremamente longas (algumas com mais de um metro de cumprimento)

 

Espero que gostem e deixe o seu comentário e like la no vídeo.

 

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Fernando Muylaert e Lord Vinheteiro foram barrados no Mercadão de Peixes do Japão e foram comer sushi e mostrar as redondezas no Ciência Maluca do Himalaia Japão.

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CONHECA O PARQUE DO AMOR E TUDO QUE ROLOU NO PERU

Inspirado no parque Guel e inaugurado no dia dos namorados o Parque do Amor é um dos melhores lugares em Lima para apreciar um lindo entardecer. Localizado no distrito de Miraflores, situado sobre um penhasco com vista para o Oceano Pacífico, o Parque do Amor é o local preferido pelos casais de Lima para fazerem promessas eternas enquanto desfrutam de um belo por de sol.

No centro do parque, uma grande escultura de Victor Delfín chamada “El Beso”, representa um jovem casal envolvido em um beijo apaixonado. O parque está rodeado por um muro em mosaico, onde se encontram gravados nomes de vários casais, assim como frases de famosos poetas e escritores, com o amor como tema central.

Com essas características, não é de se estranhar que este parque também seja um dos lugares preferidos por recém casados como cenário para seu álbum de casamento. Embora já tenha passado, o dia 14 de fevereiro marca o dia de uma concentração de casais, que imitando a escultura de Victor Delfín, competem para dar o “beijo mais longo”.

 

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